As
emoções libertam-nos?
A todo o momento estamos propícios
a vivenciar coisas que não esperamos e a partir delas podemos ou não ser
tocados pelos sentimentos juntamente com emoções.
São muitos as desculpas pra
tudo isso, medo, raiva, ciúmes, paixão... são sentimentos diferentes que nos
trazem muitas vezes consequências pelas quais pagamos um preço inesperado, são
motivos que nos tira a razão fazendo que sentíssemos incomodados e com que
fiquemos buscando explicações. É nítido e “normal” estamos bem e do nada mudarmos,
choramos, sentimos na pele e a risca as emoções por algo talvez pequeno aos
olhos de alguém que não esta vivendo o que no caso nós estamos.
Achamos que as emoções libertam
sim uma pessoa, e pensamos que para isso acontecer ela precisa vivenciar/ experiências
de modo que com isso o sujeito saiba seguir melhor seu caminho, como se uma
pessoa precisasse por “altas” e diversas emoções, para que cresça e saiba qual
rumo seguir, de forma que se torne forte a ponto de saber lidar com suas próprias
emoções.
Diante disto baseia-se uma das teorias da filosofia o empirismo, que acredita nas experiências humanas como únicas responsáveis pela formação de ideias.
Diante disto baseia-se uma das teorias da filosofia o empirismo, que acredita nas experiências humanas como únicas responsáveis pela formação de ideias.
Adrianny Martins e Tatiane da Silva Neto
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ResponderExcluirSim as emoções são uma diretriz das escolhas, e claro que quando sentimos elas, as mudanças ocorre. Mas da mesma forma, as reflexões, são nossos meios de mudança. Após ocorridos, refletimos, e mesmo que não passemos por tais sentimentos, sejam eles bons ou ruins, se apenas pensasse-mos antes de qualquer atitude, evitaria-mos muitas coisas indesejáveis. MATHEUS HERZOG CASIMIRO PEREIRA
ResponderExcluirAs experiências são contribuintes para a formação de ideias, mas não são as únicas responsáveis segundo como diz o empirismo. Aproveitamos brechas para nos libertar aquilo que mativemos presos, seja numa conversa, brincadeira, ou canção. A questão é que não conseguimos prender algo que tanto nos impulsiona, ou mexe tanto conosco. O corpo não suporta, pois sabe que não faz bem.
ResponderExcluirYara Tótola.